Por que o medo do fracasso bloqueia mais do que o fracasso real?
O verdadeiro fracasso é a informação: você tentou, não deu certo, você aprende. O medo do fracasso impede você de tentar – então você nunca tem informações. Você fica preso imaginando catástrofes que nunca acontecem.
Cameron coloca desta forma: seu censor prefere que você não acredite do que que você acredite mal. Para o Censor, uma obra acabada e criticada é pior do que uma obra nunca iniciada. Mas para você é exatamente o contrário.
Como distinguir o medo do fracasso do perfeccionismo?
Eles estão confusos, mas não são os mesmos. O perfeccionismo diz "faça certo". O medo do fracasso diz "não faça isso".
Principais diferenças:
- Perfeccionismo: você começa mas não termina
- Medo do fracasso: não comece
- Perfeccionismo: impossível alto padrão
- Miedo al fracaso: qualquer padrão te paralisa
- Perfeccionismo: foco no trabalho
- Miedo al fracaso: foque em como eles vão te julgar
Quais são os três exercícios específicos que desativam o medo?
Cameron propõe vários – estes três são os mais eficazes.
3 exercícios anti-medo:
- Pré-morte criativa: Escreva a pior revisão possível do seu trabalho antes de iniciá-lo. Quase sempre é menos terrível do que se imagina
- Trabalho deliberadamente medíocre: comprometa-se a fazer algo errado de propósito por uma semana — desligue o fingimento
- Lista de falhas anteriores: Escreva 10 falhas criativas em sua vida. Observe quantos deles realmente arruinaram alguma coisa
Por que muitos artistas famosos falam em “fazer maus trabalhos”?
Ray Bradbury escreveu que para chegar a um bom trabalho é preciso passar por 1.000 trabalhos ruins. Picasso disse: “Eu não procuro, eu encontro – mas primeiro procuro muito”. O padrão é o mesmo: quantidade gera qualidade.
Cameron resume: sua próxima má ação é necessária. Se você evitá-lo, nunca chegará ao bom.